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 Abaixo:

*16º Grito dos(as) Excluídos(as)  - 7 de Setembro de 2010
Vida em primeiro lugar: Onde estão nossos direitos?
Vamos às ruas para construir um projeto popular

                               *Inesc - Instituto de Estudos Socioeconômicos
                               Subrepresentação de negros/as nos partidos políticos


                               *DOCUMENTÁRIO: A Integração dos Povos



16º Grito dos(as) Excluídos(as)  - 7 de Setembro de 2010
Vida em primeiro lugar: Onde estão nossos direitos?
Vamos às ruas para construir um projeto popular

É uma iniciativa que se compõe de uma série de eventos e mobilizações que se realizam ao redor da Semana da Pátria, ou seja, de 01 a 06 finalizando-se no dia 07 de setembro, ou um pouco antes, dependendo da realidade local. Não se trata exatamente de um movimento, uma campanha ou uma organização, mas de um espaço de convergência em que vários atores sociais que se juntam para protestar e propor caminhos novos.

As principais manifestações ocorrem no Dia da Independência, pois seu eixo fundamental gira em torno da soberania nacional. O objetivo é transformar uma participação passiva, nas comemorações dessa data, em uma cidadania consciente e ativa por parte da população. Contudo o Grito dos Excluídos não se limita nas ações do dia 07 de setembro. De ponta a ponta do país, podemos subdividir as atividades em um antes, um durante e um depois. Um antes, se nos atemos às reuniões da coordenação nacional, ao encontro dos articuladores, à preparação do material, à divulgação e organização e a uma série de eventos que se destinam à preparação dos agentes e lideranças; um durante quando as ruas e praças das principais cidades do Brasil, com destaque para o Santuário de Aparecida, em São Paulo, onde o Grito e Romaria dos Trabalhadores fazem uma grande parceria.

 Essas manifestações se enchem de manifestantes, de gritos e de utopia; um depois, no sentido de avaliar e garantir a continuidade das ações, numa espécie de fio condutor que une num único processo os Gritos realizados nesses rincões afora dede grande Brasil.

O Grito dos Excluídos, como indica a própria expressão, constitui-se numa mobilização com três sentidos: Denunciar o modelo político e econômico que, ao mesmo tempo, concentra riqueza e renda e condena milhões de pessoas à exclusão social;Tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome;Propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social, com a participação ampla de todos os cidadãos.

O Grito se define como um conjunto de manifestações realizadas no Dia da Pátria, 7 de setembro, tentando chamar à atenção da sociedade para as condições de crescente exclusão social na sociedade brasileira. Não é um movimento nem uma campanha, mas um espaço de participação livre e popular, em que os próprios excluídos, junto com os movimentos e entidades que os defendem, trazem à luz o protesto oculto nos esconderijos da sociedade e, ao mesmo tempo, o anseio por mudanças. As atividades são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos – e se estendem por todo o território nacional.

O Grito nasceu de duas fontes distintas, mas, complementares. De um lado, teve origem no Setor Pastoral Social da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), como uma forma de dar continuidade à reflexão da Campanha da Fraternidade de 1995, cujo lema – Eras tu, Senhor – abordava o tema Fraternidade e Excluídos. De outro lado, brotou da necessidade de concretizar os debates da 2ª Semana Social Brasileira, realizada nos anos de 1993 e 1994, com o tema Brasil, alternativas e protagonistas. Ou seja, o Grito é promovido pela Pastoral Social da Igreja Católica, mas, desde o início, conta com numerosos parceiros ligados às demais Igrejas do CONIC (Conselho Nacional de Igrejas Cristãs), aos movimentos sociais, entidades e organizações.

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  O Inesc - Instituto de Estudos Socioeconômicos – Inesc, é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, não partidária e com finalidade pública. Tem por missão: "Contribuir para o aprimoramento da democracia representativa e participativa visando à garantia dos direitos humanos, mediante a articulação e o fortalecimento da sociedade civil para influenciar os espaços de governança nacional e internacional".

 Criado em 1979, o Inesc atua, em todos os seus projetos, com duas principais linhas de ação: o fortalecimento da sociedade civil e a ampliação da participação social em espaços de deliberação de políticas públicas. Em todas as suas publicações e intervenções sociais utiliza o instrumental orçamentário como eixo do fortalecimento e da promoção da cidadania.

O Inesc acredita no trabalho em rede e participa de inúmeros fóruns,  redes e articulações sociais nacionais e internacionais.   

A intervenção da instituição visa estimular o debate público e contribuir para a construção de um novo conceito de cidadania, que agregue a ampliação da participação pública, da responsabilidade e solidariedade social. A superação da pobreza e das desigualdades sociais; a reafirmação do conceito de Direitos Humanos (políticos e civis),

Econômicos, Sociais, Ambientais e Culturais – Dhescas como parâmetro de construção da moderna cidadania e o combate à persistente exclusão social de amplas parcelas da sociedade brasileira são desafios permanentes da ação política da instituição.

 Além de atuar nacionalmente, o Inesc intervém em espaços públicos internacionais de pressão por democratização de instituições de governança global, assim como nos espaços regionais, buscando  a ampliação e o reconhecimento pleno dos direitos humanos.


Subrepresentação de negros/as nos partidos políticos
O apartheid brasileiro disfarçado em democracia racial se revela em todos os aspectos de nossa sociedade. Um deles é a subrepresentação da população negra nos partidos políticos, em um país cujo 50,6% de sua população é formado por negros/as.

A TV Inesc levantou dados sobre a existência de secretarias partidárias de combate ao racismo e promoção da igualdade nos partidos e entrevistou o Senador Paulo Paim, o Deputado Domingos Dutra e a militante do MNU (Movimento Negro Unificado), Jacira da Silva. Os partidos políticos que disputam os territórios de poder persistem em lançar candidatos brancos, homens e com escolaridade superior, fazendo com que negros e negras sejam alijados das disputas eleitorais e da indicação para cargos eletivos.

Essa subrepresentação resulta na resistência do Congresso em aprovar políticas de promoção da igualdade racial, como aconteceu recentemente com a desconfiguração do Estatuto da Igualdade Racial pelo Senado Federal. Os partidos deveriam destinar um percentual significativo do Fundo Partidário para formar lideranças e se empenhar para a eleição de candidatos/as negros/as para que o Congresso Nacional fique com a cara do Brasil. 

 Fonte: http://www.inesc.org.br/institucional/conheca-o-inesc/            
            30.06.2010 – 21:03h  
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DOCUMENTÁRIO: INTEGRAÇÃO DOS POVOS
A América Latina vive um momento muito importante no que diz respeito às alternativas de integração regional. Este documentário conta, desde a visão dos movimentos sociais, as histórias de fracasso do modelo neoliberal na America Latina, os protestos populares e como as lutas de resistência têm sido acompanhadas por um processo de busca profunda de alternativas. A aposta está na integração regional.

Os movimentos tem avançado a passos acelerados no desenvolvimento de propostas concretas nos âmbitos social, político, econômico e cultural, se posicionando como atores centrais do processo. Este documentário, tem o objetivo de apresentar o estado dos debate dos movimentos sociais e das organizações da sociedade civil sobre as alternativas de integração regional na América Latina. Assista !
 
Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=tjzj77fLz-g&feature=channel_page
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=HymeY45ZlVQ&feature=channel_page
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=PJgaYEzPMzI&feature=channel_page    

Fonte: Rede Brasileira Pela Integração dos Povos            
           http://www.rebrip.org.br/_rebrip/pagina.php?id=1856




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      Saiba mais sobre as "Lutas Sociais", acesse:

                                                       www.brasildefato.com.br
                                                       www.adital.com.br  
                                                       www.midiaindependente.org                                         
                                                       www.jubileubrasil.org.br
                                                       www.divida-auditoriacidada.org.br
                                                       www.forumcarajas.org.br
                                                       www.mst.org.br
                                                       www.gritodosexcluidos.com.br
                                                       www.inesc.org.br/portal
                                                       www.rebrip.org.br


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